Macro Jê, os indios mais brasileiros que existem, só tem no Brasil esta etnia
Muitos pensam que os tupis sejam os indios mais brasileiros, por causa da língua tupi que muito influeciou o portugues falado no Brasil. Mas em termos topográficos, tratando-se do território brasileiro, os macro-jê não existem em outros países da América Latina, só no Brasil.

 

Mapa que demonstra a abrangência histórica dos Macro Jê, pontos amarelos são tribos.

O tronco macro-jê é um tronco lingüístico cuja constituição ainda permanece consideravelmente hipotética. Teoricamente estende-se pelos estados brasileiros do Rio Grande do Norte, Ceará, Paraíba, Maranhão, Pará, Bahia, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Contudo e apesar da cautela dos estudiosos, persebemos que esta etnia só existe no Brasil, mais precisamente em planaltos, são indios de cerrado. Uma teoria diz que foram expulsos do litoral pelos tupis, um povo bem mais guerreiro e beligerante  que os Jês. 

Todas as demais etnias indigenas tem povoações  em países limítrofes ao Brasil, os Arauques e Karib, existem nas Guianas e Venezuela, assim como os povos de fala Pano, que moram no Acre e na Bolivia e até os famosos tupis, existem povos no Peru e Argentina. 

 


 Histórico

A partir do descobrimento do Brasil pelos portugueses, em 1500, os europeus passaram a ter um grande contato com as tribos tupi-guarani que estavam espalhadas por praticamente toda a costa brasileira. Os tupi-guarani chamavam os indígenas de fala diversa à sua de tapuia – que, em sua língua, significava "inimigo". Este vocábulo foi incorporado pelos europeus, que passaram a considerar que, no país, havia apenas duas grandes nações indígenas: a tupi-guarani e a tapuia.

Os tapuias, considerados pelos europeus como mais primitivos e de catequese e conquista mais difíceis, foram duramente combatidos e exterminados – e muitos dos povos e tribos então existentes desapareceram de forma tão completa que sequer registro direto de sua existência há.

Já no começo do século XX, os antropólogos passaram a rejeitar o nome "tapuia" e adotaram a denominação de "gês" para este outro grupo de famílias linguísticas. Com a reforma ortográfica, para diferenciar-se do nome da letra G, a palavra "gê" foi grafada desde então como "jê". São desta etnia, os antigos Timbiras, Kayapó, Xavante, Gavião, Bororo, Carajá, Kraô, etc., esses são considerados os indios mais brasileiros geograficamente falando. 



Kayapós de Redenção, Pará



Indias Kayapó, jogos indigenas de Tucurui, Pará(cabo de guerra) Foto Silvio Ribeiro

Xavantes, indíos de etnia Macro-Jê

 

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Sua opinião:
comentou em 29/05/2011 13:35
MUITO INTERESSANTE BIJOS ATÉ
respondeu em 29/05/2011 13:38
Andreia,

Muita gente não sabe que a etnia Jê só existe no Brasil, são habitantes principalmente do planalto central, vivem sempre próximos ao cerrado central brasileiro.

Obrigado por comentar,
comentou em 29/05/2011 13:42
LEGAL PEDRO SÃO INFORMAÇÕES QUE FAZEM A NOSSA CULTURA SE AMPLIAR PARABENS BJOS
comentou em 29/05/2011 13:44
Todos que conhecem os povos indígenas brasileiros sempre deram muito valor aos Jê.
Abraços
comentou em 29/05/2011 22:18
Edgard
É uma etnia fascinante, tem um modo de vida ímpar, suas aldeias são sempre circular, conheço os grupos Kaiapó; os tupi são super valorizados por serem mais numerosos e por causa da língua.

Obrigado por comentar,